filosofia

01 May

2017

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Quando o Brasil fica para trás

“Em pouco mais de um mês fará dez anos que eu me mudei de São Paulo para Toronto. Ainda me lembro da sensação, em 2007, que vinha com a incerteza da rotina em um país estrangeiro. Apesar da ansiedade pelas experiências que eu sabia estavam por vir, mal sabia eu que ainda levaria anos, mais de apenas alguns, para que eu realmente deixasse o Brasil para trás.”

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04 Jan

2016

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Caminho do Filósofo (curta-metragem)

O poema “Há metafísica bastante em não pensar em nada” é um dos mais célebres de Fernando Pessoa, que o assinou com o heterônimo de Alberto Caeiro. Em “Caminho do Filósofo”, o Enganos Mundanos dá vida ao poema com destaque a uma aparente contradição: como pode um filósofo dizer que o melhor é não pensar em nada?

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06 May

2013

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Educação para quem?

A educação é central para o desenvolvimento de toda e qualquer sociedade, mas, infelizmente, são raros os governos que levam a sério a educação de seus cidadãos. É verdade que a educação não é mais tão menosprezada quanto antigamente, quando boa parte da população sequer completava o ensino médio, mas, como nós vimos no último post, a educação ainda é desvalorizada. É por isso que, apesar de ser um direito, a educação continua sendo um privilégio.

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29 Apr

2013

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Educação para quê?

Até meados do século passado, a educação era considerada um luxo desnecessário por grande parte da população, que via no trabalho a única forma de garantir sua sobrevivência. Era relativamente comum, por exemplo, que crianças largassem os estudos ainda no ensino fundamental, muitas delas incentivadas pela própria família. Hoje, todos dizem reconhecer o valor da educação, mas, com um pouco de reflexão, a gente vê que, na verdade, estudar ainda é considerado perda de tempo.

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18 Feb

2013

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O mundo fenomenal

É impressionante o quanto nós conseguimos fazer mesmo enganados quanto à natureza da realidade. Realizamos desde as atividades mais mundanas – como dirigir carros, comprar imóveis e criar filhos – até as mais sofisticadas – como construir sistemas políticos, colocar satélites em órbita e apreciar arte –, tudo sem entender o que antigas tradições orientais já sabiam há milhares de anos: que nós vivemos em um mundo interdependente. Em nossa sociedade cada vez mais individualista, nós achamos que nós existimos como indivíduos autônomos quando, na verdade, nós coexistimos com toda a existência.

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